sexta-feira, 26 de junho de 2009

Menina que não envelhece intriga os médicos

Brooke Greenberg tem o tamanho e a capacidade mental de uma criança. Ela também não fala, não se locomove sozinha e continua a ter os mesmos dentes de quando era, de fato, um bebê. No último mês de janeiro, porém, a americana completou 16 anos de idade.


Arquivo de Família
Mistério Brooke, entre duas de suas três irmãs, não consegue se alimentar e nem andar sozinha

Brooke nunca foi diagnosticada como portadora de qualquer síndrome genética conhecida ou anomalia cromossômica que pudessem ajudar a explicar o motivo de ela não crescer. Mesmo um estudo do seu DNA não foi capaz e especificar o motivo pelo qual ela continua a ter corpo e aparência de uma criança mesmo sendo uma adolescente. O médico de Brooke, Lawrence Pakula, não sabe explicar. "Nunca tinha visto nada parecido. Ela é sempre uma surpresa", diz.

Os pais de Brooke, Howard e Melanie Greenberg, também não têm qualquer explicação para o fato. "Seria ela a fonte de juventude?", pergunta-se o pai. O casal tem outras três filhas - Emily, 22, Caitlin, 19, e Carly, 13 -, todas com desenvolvimento físico e neurológico normal.

Para Richard Walker, da Faculdade de Medicina da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa, o corpo de Brooke não tem um desenvolvimento coordenado. É como se ele estivesse fora de sincronia. Prova disso é a sua idade óssea, estimada em 10 anos.
Segundo os próprios pais de Brooke contaram ao site do jornal inglês Daily Mail, ela teve uma série de problemas desde que nasceu. Em seus primeiros seis anos de vida, passou por uma série de emergências médicas e sobreviveu a todas, muitas vezes sem explicação.

Ela sobreviveu, por exemplo, à cirurgia para tratar sete úlceras estomacais. Em seguida, sofreu uma convulsão cerebral que foi diagnosticada como um acidente vascular cerebral, uma doença que, segundo seus pais, semanas mais tarde, não havia deixado qualquer dano aparente. Aos 4 anos de idade, Brooke caiu em uma letargia que a levou dormir por 14 dias. Médicos, então, diagnosticaram um tumor cerebral.

"Nós estávamos preparados para a sua morte. Foi quando, de repente, o médico nos chamou. Brooke tinha aberto os olhos e estava bem", conta Howard. "Ela supera todos os obstáculos que são lançados no seu caminho".

Apesar de todas as dificuldades, Brooke frequenta uma escola para crianças com necessidades especiais. Segundo sua mãe, Melanie, ela adora fazer compras, "como toda mulher". Um documentário sobre a vida de Brooke está previsto para ir ao ar ainda neste ano, nos Estados Unidos.

Aluno a distância vai melhor no Enaade

Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes. Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino.

A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional.

Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais. Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor.

Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho. A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais.

Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso. Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.

Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto. Não foi isso, porém, o que aconteceu.

Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões. O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos.

Fogo cruzado – “Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas.

Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado”, avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff. A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores.

Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia Educacional

sábado, 20 de junho de 2009

Twitter deixa Google em clima de sentinela

O Twitter tem conquistado a atenção dos internautas de forma surpreendente nos últimos tempos, e tal destaque tem deixado até mesmo o grande Google em clima de sentinela.

Larry Page, co-fundador do grande site de buscas, admitiu durante uma conferência que o Google tem perdido espaço para o Twitter, quando o assunto é demanda dos usuários por informação, segundo publicação da última semana feita no jornal Guardian.

Só nos Estados Unidos, o crescimento do Twitter já causou mudanças no ranking de redes sociais mais populares e o deixou em terceiro lugar.

“As pessoas querem fazer as coisas em tempo real e eu acho que eles (do Twitter) têm feito um grande trabalho nesse sentido”, disse Page. Embora o especialista tenha levantado a vantagem do Twitter se comparado com os demais serviços da web, Larry também citou um contraponto da questão, dizendo que apesar de interessante a instantaneidade desse tipo de serviço pode trazer imprecisão e falta de credibilidade.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pós-Graduação: Universidade Gama Filho

Vale a pena fazer uma pós-graduação a distância?

Vale a pena estudar a distância?

Vale a pena estudar a distância?

Que a pós-graduação dá um upgrade todo especial ao currículo, disso ninguém tem dúvida. Mas e se ele é feito em casa? Os cursos de e-learning são cada vez mais comuns nas especializações. É também nas pós e treinamentos que a oferta mais cresce, além de ter aumentado o número de faculdades que utilizam essa forma de estudo para as graduações. A oferta aumenta a cada ano, mas, afinal, como o mercado vê a realização destes cursos à distância que têm na tecnologia sua base técnica? Depende do perfil da companhia, dizem especialistas.

As empresas mais ligadas às transformações que a informática nos traz e as mais abertas à inovação são as que mais valorizam e empregam essa forma de aprendizado, conta Crismeri Delfino Corrêa, vice-presidente de Gestão e Inovação da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos). Nas empresas mais conservadoras, que ainda desconhecem o conceito, o fato de ter um e-learning no currículo pode não fazer diferença nenhuma. Mesmo nesse tipo de empresa, o aluno deve levar em consideração que uma especialização é sempre valorizada, seja em sala de aula, seja através do uso da tecnologia. Mas o conteúdo deve ser útil no dia-a-dia da companhia.

“O e-learning ainda é uma metodologia que precisa quebrar paradigmas em relação ao presencial”, afirma Crismeri. Esse desafio envolve o estudante, que precisa ter o compromisso necessário para se dedicar às aulas sem a cobrança de um professor diretamente. O aluno passa a gerenciar seu tempo, com liberdade para determinar os dias e horários dedicados ao estudo, assim como com a vantagem de poder aumentar as horas dedicadas a outras atividades.

“O e-learning não compete com o ensino presencial, é um modelo alternativo”, explica Paulo Mendel, diretor de e-learning da ABRH, destacando que é mais comum em pós-graduação e treinamentos, em função de os conteúdos serem mais adaptados a esse modelo. Isso porque geralmente as pessoas que buscam especializações têm domínio da informática e estão familiarizadas em buscar informações através da internet. Crismeri lembra que essa oferta é acompanhada pela demanda, já que os cursos de pós-graduação e treinamentos à distância são justamente os mais procurados pelos alunos.

A grande diferença é que o modelo tradicional é centrado no professor enquanto que, no ensino a distância, o enfoque volta-se para o aluno. Ele passa a ser o centro, reforça Mendel, pois é quem vai correr atrás do desenvolvimento e do conhecimento. Já no caso de universidades e escolas, há uma tendência de trabalhar o blended e-learning, que une a educação a distância com a aula tradicional. Esse formato de curso é comum em convênios de instituições brasileiras e estrangeiras, segundo Crismeri.

“Quando avalio alguém que realizou um curso e-learning, avalio da melhor maneira possível, pois mostra o interesse do candidato na capacitação e toda a complementação nos estudos é muito bem-vinda”, atesta Eduardo Vargas, gerente-geral de Lojas das Lojas Renner, que é formado em administração de empresas no formato presencial e realizou dois cursos de pós-graduação através de e-learning. “Aprendi que o que vale para reter o aprendizado é a prática, seja online, seja presencial”, diz Vargas.

Quanto maior o preparo do aluno, maiores as exigências, por isso as ferramentas são cada vez mais interativas inclusive com animações baseadas em teorias de jogos, onde o aluno pode fazer simulações baseadas em inteligência artificial. A internet serve de base para diversas comunidades de prática – como são chamadas as alternativas para disseminar os conceitos -, como reuniões online, chats, fóruns de discussão, videoconferência.

Apesar de o professor não estar na mesma sala que você, não se engane em relação à cobrança de conteúdos, porque há um acompanhamento do desempenho e avaliação do horários de acesso. Claro que o modelo não é perfeito. A distância, diz Crismeri, se perde o convívio direto com colegas e professores e o aluno fica sem o auxílio direto dos colegas. Mas há cursos que promovem interação entre todos, seja em salas de bate-papo, vídeo-conferência… vai depender do curso e da instituição que você escolher.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fotos que ficaram na memória...


A imagem de Che
A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão.
Somente foi publicada sete anos depois.
O Instituto de Arte de Maryland - EUA denominou-a "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história. Expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações e segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais.


A agonia de Omayra Sanchez
Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado del Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985.
Omayra ficou três dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam.
Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos.
O fotógrafo Frank Fournier fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma certa controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota. Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.


A menina do Vietnã
Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali se encontrava Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento que suas roupas tinham acabado de ser completamente consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem.
Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 1 ano e 2 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele.
Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.
Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, tem dois filhos e reside no Canadá onde preside a "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.


Execução em Saigon
"O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei o coronel com minha câmara? - Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em um de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong.
Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que se converteu em fotógrafo paisagístico.


A menina Afegã
Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética.
Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo.

No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.


O beijo do Hotel de Ville
Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão.
Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que se tratava de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.
55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.


O beijo da Time Square
O Beijo de despedida da Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se.
A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.

Rebelde Desconhecido
Conhecido como o “Rebelde Desconhecido”, esta foi a alcunha que foi atribuído a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa. A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar. Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão (hã hã, certo...)


Protesto silencioso
Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que se sacrificou até a morte numa rua movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído.
Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Durante a cremação seu coração manteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.


Espreitando a morte
Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro.
A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota.
Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.


The Falling Man
The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres.
A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...


Triunfo dos Aliados
Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada, pois as autoridades Russas quiseram modificá-la.
A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldado aparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque.
Sendo assim foi modificada para que não ficasse feio para os soviéticos.


Protegendo as crias
1965. Uma mãe e seus filhos tentam cruzar o rio do sul do Vietnam em uma tentativa de se afastar das bombas americanas.


Zombaria racista
1957. O primeiro dia de Dorothy na Universidade de Harry Harding nos EUA. Ela foi a primeira estudante negra admitida numa universidade, e ela não suportou 4 dias de molestamento.


Levando cadáver no laço
1966. Tropas dos U.S.A. no sul do Vietnam arrastam soldado Vietcong morto.


É de cortar o coração
1980. Uma criança em Uganda perto de morrer de fome e um missionário.


É de cortar o coração 02
2001.O corpo de um bebê refugiado afeganistão está sendo preparado para o funeral no Paquistão.


É de cortar o coração 03
2003. Prisioneiro iraquiano da guerra tenta acalmar seu filho.

Saiba como aproveitar ao máximo seu curso de pós-graduação

A pós-graduação é um ambiente de interação, propício ao contato com pessoas de diversas áreas, que não deve passar batido. Essa é a opinião da coordenadora do departamento de gestão de carreiras da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista), Janete Teixeira Dias.

Uma maneira de tirar proveito do curso de especialização é participando de trabalhos em grupo e debates. “Se aproxime das pessoas, não fique apenas na sua roda de amigos”, aconselha. Os contatos não servem apenas àqueles que estão desempregados ou procurando uma colocação melhor. Mesmo quem está satisfeito com o atual emprego pode se beneficiar conhecendo as práticas de outras empresas.

“É uma chance de trocar experiências, conhecer as práticas mais modernas, saber o que os profissionais de sua área estão fazendo para obter êxito. Essa troca dá mais segurança para arriscar no trabalho”, garante Janete.

Conhecimento, um bem valioso Quem faz pós-graduação apenas para deixar o currículo mais bonito está perdendo muito. Isso porque vale a pena absorver todo o conhecimento que puder, ler os livros e textos indicados pelos professores, fazer pesquisas e colocar o conhecimento adquirido em prática.

“Nem tudo que será visto em aula poderá ser adotado na prática. Mesmo assim, acredito que seja importante fazer pesquisas e aprofundar alguns assuntos, ler livros dos autores indicados… Pessoas que optam por fazer um pós estão fazendo um investimento grande na carreira, então é importante estar nas aulas e ser participativo”.

Chance de reorganizar a carreira A pós-graduação também pode ser vista como uma chance de reorganizar a carreira. É possível que o profissional esteja insatisfeito e queira mudar de área. Ele pode fazer isso por meio de um curso de especialização.

Existem ainda aqueles formados em determinada graduação, mas que foram conduzidos, pelo mercado de trabalho, a outra área completamente diferente. Essas pessoas podem ter muita experiência na prática, mas sempre faltará a elas o conceito. Isso sem falar que haverá essa brecha no currículo. Nesses casos, a pós-graduação é uma chance de acabar com a fragilidade do currículo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Times...

domingo, 7 de junho de 2009

Ciclo da Vida

A coisa mais injusta sobre a vida, é a maneira como ela termina".
Eu acho que o ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, se livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte bastante, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade.
Você vai pro colégio, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando....
E termina tudo com um ótimo orgasmo!!!
Não seria perfeito?


Sean Morey

sexta-feira, 5 de junho de 2009

David Chesterfield: O Maior Mágico do Mundo

NÃO PERCA TEMPO!!! INVISTA EM VOCÊ...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Cursar uma pós-graduação turbina o salário


Se dedicar ao trabalho e ao estudo é cansativo, mas vale a pena. Além de incrementar o currículo, se dedicar a uma pós-graduação pode dar uma bela turbinada no salário. Uma pesquisa da empresa de recursos humanos online Catho mostra que, em todos os níveis hierárquicos das organizações, quem tem especialização, mestrado ou doutorado ganha mais que aqueles que só completaram a faculdade. Conforme o levantamento da Catho, os presidentes de empresas com especialização recebem, em média, um salário de cerca de R$ 26 mil, contra R$ 24 mil daqueles que têm apenas a graduação. Entre os gerentes, a remuneração é de R$ 7.853,30 e R$ 7.479,94, respectivamente. Já para os cargos operacionais, o pagamento fica em torno de R$ 1.325,01 para os pós-graduados e R$ 1.097,95 para os que têm só a faculdade, conforme a pesquisa.


Claro que não basta fazer qualquer pós-graduação para alavancar o holerite. “É preciso escolher uma pós dentro da sua área de atuação, e que seja atraente para o mercado”, explica o consultor de carreira do grupo Catho Renato Waberski. Assim, fazer aquele tão sonhado mestrado em Filosofia quando você trabalha com finanças pode servir apenas para satisfação pessoal. Além de procurar uma pós na sua área, é preciso estar atento a outro detalhe que faz toda a diferença no currículo: a credibilidade da instituição. Waberski explica que diversas empresas, na hora de recrutar profissionais, avaliam o nível das instituições nas quais eles estudaram. “Algumas inclusive fazem uma lista de universidades nas quais exigem que o futuro funcionário tenha estudado”, avisa. Portanto, pode valer a pena desembolsar um pouco mais para cursar a pós em uma instituição renomada como investimento para o futuro.